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O treino de eletroestimulação neuromuscular de corpo inteiro é seguro?

Essa é uma pergunta recorrente de quem ainda não conhece a técnica, e é muito importante ser respondida. E a resposta é SIM, o treino de eletroestimulação na Perforce é seguro. 

Hoje em dia, a eletroestimulação muscular é uma tecnologia muito utilizada em diversos ambientes de saúde, seja em ambiente hospitalar, de treinamento ou reabilitação, e já tem uma série de estudos científicos publicados, comprovando a sua segurança. Mas nós sabemos que essa segurança também decorre de dois fatores: qualidade técnica e conhecimento do profissional e também do equipamento utilizado no treino.

Por isso, se você está interessado em fazer o treinamento com eletroestimulação muscular, preocupe-se também em saber mais sobre a equipe de profissionais que aplicam a técnica, se são qualificados com formação específica na área, e sobre o equipamento utilizado. 

Na Perforce, toda a equipe técnica participa de um programa de atualização constante coordenado pelo nosso Diretor Técnico Matheus Ferrareze que é profissional de educação física, possui mestrado e doutorado pela UFRGS pesquisando exclusivamente a tecnologia de eletroestimulação muscular. Pioneiro na tecnologia em nosso país, Matheus formatou e ministrou o primeiro curso de eletroestimulação neuromuscular de corpo inteiro do Brasil e, atualmente, já capacitou mais de 900 profissionais para a utilização da tecnologia, além de ser o Presidente do Simpósio Brasileiro de Eletroestimulação Neuromuscular de Corpo Inteiro.

Além da equipe técnica super qualificada, utilizamos equipamento de ponta, oferecendo às nossas alunas e alunos o que há de mais moderno no mercado. Outro item que garante segurança no treinamento é a roupa para o treino, utilizada por baixo do colete e faixas com eletrodos, que é produzida com um material específico para que os impulsos elétricos sejam conduzidos de forma segura e eficiente.

E, como em qualquer atividade física que se vá começar, vale a ressalva de que é importante procurar orientação médica, principalmente, se houver algum fator de risco associado.